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Sem Poemas

Sinopse

Oxalá chovam canivetes

 

Oxalá chovam mesmo!

Canivetes, picaretas, punhais…

Para não te ver partir

A distanciar-se do meu coração destroçado

Com a promessa de nunca mais voltar

Oxalá chovam canivetes!

Precipitação de aços pontiagudos

Setas mortais na agonia de viver

Para alagar o peito com o suor do aperto

Sangue se preciso for.

Junto a mim,

O susto da perda germinou esperança. Faz tarde

Oxalá não pare,

Oxalá chovam também colas

Da paixão que por ti tenho

Para junto ao teu

Encostar para todo o sempre o que ainda julgo ser meu…

Este coração que te escolheu.

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