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O Que Amamos não Esquecemos: Cemitérios - Finitude - Teologia

Sinopse

Em “O que amamos, não esquecemos”, Thiago Nicolau de Araújo defende a tese de que o ser humano é o único ser que tem consciência de sua finitude. Esta consciência o leva a expressar sua identidade na relação com a própria finitude, sendo o cemitério um dos espaços privilegiados para esta expressão. No espaço cemiterial, através de simbologias ou ausência das mesmas, o ser humano revela sua percepção do post mortem.

 

O cemitério é também expressão de preservação da memória, seja individual ou coletiva, da vida. Ao mesmo tempo, é forma de manifestação da identidade, condicionada à geografia, economia, política, cultura, religião. Neste sentido, a lida humana com a morte, em particular através do sepultamento e construção (ou não) de túmulos, é também expressão da preservação da identidade ou o seu “apagamento”.

 

A partir desta fundamentação, o autor se lança ao empreendimento de analisar a reprodução de elementos culturais teutos em cemitérios no sul do Brasil pelas populações que imigraram no século XIX e seus descendentes, realizando um estudo comparativo com os cemitérios da Alemanha. Face aos condicionantes geográficos, materiais, políticos, culturais e sociais, através dos monumentos cemiteriais, a identidade é revitalizada, na tensão entre “reprodução-afastamento” da cultura originária.

 

Wilhelm Wachholz

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