Histórias em que nos vemos gregos
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Histórias em que nos vemos gregos

Sinopse

“Foi de modo totalmente inesperado que me encontrei com as quatro personagens principais das curtas histórias que se vão seguir. E nem sequer eram personagens, porque para isso precisariam de se encontrar amarradas a enredos que ainda não existiam. Não passavam de atrevidas figurinhas que, com o maior desplante, vagueavam felizes no território reservado das minhas inspirações literárias.

Numa tarde luminosa de Verão, nada propícia a aparições e alucinações, as quatro figuras, evadidas do meu córtex cerebral sabe-se lá por que percursos, saltaram para a minha mesa de trabalho. Era óbvio que, vindo de onde vinham, só podia ser eu o mágico responsável pela magia de tal aparição.

Sem a mínima dificuldade, como se obedecesse a mandos ocultos, cataloguei cada um com o estatuto que, sem que eles próprios o soubessem, lhes pertencia: um cínico, um céptico, um estóico, um epicurista. Não tive dúvidas de que, por alguma conjugação dos astros, as velhas filosofias gregas haviam tomado posse dos seres à minha frente. O que fazer com eles foi o que me perguntei a seguir. Via-se bem que se tratava de gente de hoje, não de há vinte e três séculos. Optei assim pela solução que me pareceu mais ajuizada: distribuir um pequeno enredo a cada um, para descanso de todos.”

Foi assim que, nesta obra, quatro dos nossos contemporâneos, totalmente ignorantes das sabedorias de outros tempos, porque o autor não lhas revelou, se encontraram metidos na insólita situação de viverem histórias bem do nosso tempo, mas obedecendo com rigor, sem o saberem, aos preceitos da “arte de viver” concebidos pelas antigas filosofias da Grécia antiga. Onde, tal como hoje, já havia “cidadãos do mundo” perdidos no mundo global criado por Alexandre o Grande. Um passatempo dentro de um tubo de ensaio.

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