Osires Rezende

Osires Vieira Rezende, poeta cabra-safado- materialista-dialético – conforme ontológica definição de inolvidável esteta – agrônomo, professor, historiador do Museu Nacional dos
Correios do Brasil, nascido no Bomsemfarinha, num dia-noite qualquer de 1952 posto que, prazerosa e clandestinamente, concebido por Hildebrando e Edna, pai de Viviana, Camillo,
Mariana e Luiz. Manietado a corda curta por Maria Aparecida de Miranda. Ciente de que viver só vale a pena para travar a boa luta, não hesita em empunhar a anacrônica-risadeira lança do cavaleiro da triste figura para fustigar alcaguetas-dedo- duros, caras de buceta má lavada e outros empafiados moinhos, como se pode constatar nestas Reflexiones Del Cachaceiro En Jefe. Mestiço rocha viva do Brasil. Não se arvora a escangalhar heroicamente matadeiras, qual um
jacente Macambira, mas no seu direito está para o que der e vier. Prepara-se para lançar; As Desaventuras de Alfredão Muçamba e Zaru de Hildebrando e Uma
Breve História das Virgens da Ponta da Asa,´isto é, se os frívolos e os graves ou vice-versa assim o desejarem.

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