Mónia Camacho

 Mónia; é mesmo o seu nome. Vem de uma canção francesa, razoavelmente, pirosa. A estranheza que os outros lhe encontravam levou-a, em tempos de timidez, a desejar ser Maria ou Joana ou Antónia. Algo que não levantasse questões. Depois assimilou-o. E agora é seu.Nasceu em Luanda, em 1973, da união de uma jovem administrativa com um jornalista.Cresceu, apaixonada e sonhadora como qualquer aquariana.Tornou-se viajante. E a criação e a invenção fazem parte da sua essência.É hoje advogada. Mas já foi secretária e professora. E pode ser muito mais coisas menos mulher-a-dias porque não sabe limpar nada (pelo menos pelos padrões da senhora sua mãe – faltar-lhe-á o gene da dona-de-casa: o que faz sentido porque não quer ser dona de nada).É mãe; de uma maravilhosa criatura inteligente e exigente.Tem um fascínio pela simplicidade e pelas imagens que expressam a fragilidade e o efémero.Não vive sem música e adora cinema.Este é o seu último romance (porque já escreveu outros) que é também o primeiro (porque nunca os publicou).

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