Magno Alexandre

  Magno Alexandre.O cliché “desde cedo, Magno interessou-se pela escrita” até faz sentido pois, mal a conjugação de palavras passavam para o caderno da escola primária, estas magicamente alteravam posições e criavam pequenas composições, diferentes das dos demais. Já jovem adolescente, a leitura tornou-se companheira de insónias e incentivadora para Magno pegar numa caneta e numa folha.Contudo, a primeira fase da maturidade reverteu os papéis: As aventuras eram vividas presencialmente. Restava à escrita refúgio em dissertações académicas cheias de linguagem técnica, para disfarçar o pouco estudo efectuado. Depois surgiram os primeiros empregos e a rotina de um dia-a-dia em que a mente só trabalhava criativamente nos sonhos. Mas os “timings” são os cruzamentos que a vida nos coloca. E, chegámos aos dias de hoje com tempo, histórias e vontade para escrever. Sendo de uma geração cujo grande desafio que viverá em juventude é a procura de uma batalha válida nesta sociedade em constante mutação, é natural que, nos interregnos entre empregos, haja esta regressão para um passado onde se fazia o que realmente se gostava. Foi assim que surgiu esta ideia. Decidir criar uma história com começo, meio e fim, mas sempre inacabada, tornou-se num desafio. Como será óbvio, isto é só o fim de um início...  

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