Elísio A. J. Moreira

Elísio António Jesus Moreira nasceu e reside em Aveiro. Tem 56 anos e  formação em Engenharia e Gestão Industrial, pela Universidade de Aveiro, e especialização em Logística, Gestão e Organização Industrial pela mesma instituição. Profissionalmente, exerce funções numa multinacional do ramo automóvel como operacional de sistemas de informação e documentação técnica.

Dedica algum do seu tempo disponível à investigação, por conta própria, na área da História de Portugal – especialmente ao período pombalino de 1755 a 1765, período sebastianista e, inquisitório. Realiza, também, trabalhos em escultura, cerâmica, desenho e pintura, estando alguns patentes em igrejas, museus e colecções particulares.

Este seu primeiro trabalho surge como um projecto pessoal alicerçado no prazer de questionar o passado e é o resultado de alguns anos de busca dos impactos dos Terramoto de Lisboa de 1755 tanto em Lisboa, cidade, como pelo país. A investigação, ainda que amadora, centrou-se nas normas, éditos, procedimentos inquisitórios e contas de várias instituições religiosas e património nacional (análise física). O resultado da investigação das contas, de acções sociopolíticas, dos perfis dos actores na época levou o autor a suspeitar que não houve um terramoto com origem em causas naturais. Este romance, de base histórica, procura criar o quotidiano das décadas de cinquenta e sessenta do século XVIII onde, segundo o autor, poderia ser feita uma destruição da própria cidade, destruição essa, projectada e ordenada pelo poder político e ser chamada de terremotum. Estaremos perante uma farsa com mais de 250 anos?

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