Abraão Costa

Época de 3980. A Humanidade como nós a conhecemos cessou. A nova existência humana não se recorda do que ficou para trás. Nas entrelinhas do tempo contam-se histórias sobre a “Guerra do Mito”, o grande conflito que deu origem ao fim da velha era.

 

Um grupo de homens bons redige a sangue um novo início num escrito a que daria o nome de Livro dos Elementos. Este grupo de homens predestinados daria forma à Velha Ordem do Livro dos Elementos que por sua vez faria nascer uma nova Ordem que mudaria para sempre a existência de todas as regiões conhecidas, a Ordem dos Cavaleiros do Poder.

 

Entre esses Cavaleiros surge um, sem nome, perdido no seu tempo, a quem se perdeu o rasto e de quem nunca se soube o nome. Um dia é descoberto o seu diário simbólico e através dele o conhecimento de uma Humanidade quase irreal.

 

Este Cavaleiro que completava 33 épocas anuais, vivia em Ethérnia, um pequeno vilarejo ancestral. Era Mestre Aprendiz na Ordem dos Cavaleiros do Poder. Em Tempo: Os dias do Cavaleiro, este guerreiro sem nome, procura o que os escolhidos chamam de “caminho simbólico”, desvenda as leis e ensinamentos do Livro dos Elementos, traça o seu caminho da redenção, desvenda o mistério do amor que salvará a Humanidade e retrata uma sociedade que olhando para si era incapaz de se ver. Sem nunca o dizer, o cavaleiro sem nome percebeu que “Um dia vi-te e percebi que era eu”…

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