28 Outubro 2009
O homem que ainda consegue incutir uma saudável quantidade de medo em todos nós, nasceu no dia 19 de Janeiro de 1809, em Boston, filho de pais actores. Edgar Allan Poe foi o segundo filho dos Poes e tinha um irmão mais velho. O seu pai, David Poe, abandonou a sua família e faleceu pouco depois do nascimento da sua terceira criança, a irmã de Edgar. O ancião Poe era alcoólico e Elizabeth Poe ficou só e com as crianças. Assim quis o destino, Elizabeth faleceu pouco antes do terceiro aniversário de Edgar, sucumbindo à tuberculose. Assim, Edgar já era órfão antes de atingir os três anos de idade.
A vida deste “mestre do macabro” nunca foi fácil. Depois da morte da sua mãe, Edgar foi acolhido pelo seu tio John Allan, mas nunca foi formalmente adoptado.
Aos 17 anos, Edgar ingressou na Universidade da Virgínia. As suas notas eram excelentes, mas cedo percebeu que não podia depender da sua família para pagar as suas despesas. A pequena quantidade de dinheiro que o seu tio lhe dava, era utilizada no jogo, na esperança que a quantia pudesse aumentar.As dívidas começaram a acumular-se, e o seu tio recusou-se a ajudá-lo monetariamente; por fim, Edgar não só teve de abandonar a faculdade, mas também o seu lar. Literalmente sem um tostão e sem tecto, Edgar começou a beber. O jogo também se estava a tornar um problema sério e as dívidas amontoavam-se. O ano de 1827 trouxe mudanças à vida de Allan Poe. Conseguiu editar um pequeno livro com a sua poesia. Em Maio desse mesmo ano, Poe alistou-se no Exército. Menteve-se no Exército durante dois anos, saindo-se bem, mas chegando à conclusão, mesmo após ter chegado ao posto de Sargento Major, que queria abandonar o Exército para se dedicar à sua paixão: a escrita.
Vivendo em Baltimore com a sua tia, Maria Clemm, e com a sua jovem filha, e prima de Edgar; este começou a trabalhar nos seus contos e cinco das suas histórias foram editadas em 1832. Em finais de 1835, Edgar Allan Poe era editor da revista “Southern Literary Messenger” e pouco depois casou com a sua jovem prima, Virginia Clemm. Ela tinha pouco mais de 13 anos e Edgar tinha vinte e sete. Edgar Allan Poe conseguiu mais alguns empregos como editor nos anos que se seguiram, mas nunca conseguiu ganhar o suficiente para cobrir mais que as necessidades básicas da sua família. Devido ao seu alcoolismo era muito difícil manter um emprego por um período de tempo substancial.
Durante este período, Poe escreveria as suas melhores histórias e poesia. Quando o seu poema, O Corvo, foi editado em 1845, a fama chegou rapidamente, mas mesmo assim nunca houve dinheiro suficiente para garantir a segurança monetária da sua família.
Virginia vem a falecer de tuberculose no início de 1847. Diz-se que Edgar padeceu muito tempo desta perda, passando muito tempo junto à sua sepultura. O único factor estável na sua vida, a sua esposa, desaparecia subitamente, tal como tudo na sua vida.
Edgar continuou a escrever, mas a sua vida foi abreviada em Outubro de 1849. Com a idade de 40 anos, Edgar Allan Poe morreu.
A história que circunda a sua morte tem, desde sempre, sido um enigma. Morreu nas ruas de Baltimore? Num hospital depois de perder os sentidos na rua? Rumores das duas teorias têm vindo a circular, mas a verdadeira resposta é desconhecida. Também nunca foi determinada a sua causa de morte, embora actualmente se julgue ter sido raiva.
Edgar Allan Poe viveu uma vida de desgostos, vícios e depressão. Numa das suas citações, a sua opinião sobre uma ilusória felicidade explica a negritude do seu ser:
“Não tenho qualquer fé na perfeição humana. Creio que o sujeito humano não terá qualquer efeito apreciável na humanidade. O homem actualmente é meramente mais activo, mas não mais feliz nem mais sábio do que era há 6.000 anos.”
A vida deste “mestre do macabro” nunca foi fácil. Depois da morte da sua mãe, Edgar foi acolhido pelo seu tio John Allan, mas nunca foi formalmente adoptado.
Aos 17 anos, Edgar ingressou na Universidade da Virgínia. As suas notas eram excelentes, mas cedo percebeu que não podia depender da sua família para pagar as suas despesas. A pequena quantidade de dinheiro que o seu tio lhe dava, era utilizada no jogo, na esperança que a quantia pudesse aumentar.As dívidas começaram a acumular-se, e o seu tio recusou-se a ajudá-lo monetariamente; por fim, Edgar não só teve de abandonar a faculdade, mas também o seu lar. Literalmente sem um tostão e sem tecto, Edgar começou a beber. O jogo também se estava a tornar um problema sério e as dívidas amontoavam-se. O ano de 1827 trouxe mudanças à vida de Allan Poe. Conseguiu editar um pequeno livro com a sua poesia. Em Maio desse mesmo ano, Poe alistou-se no Exército. Menteve-se no Exército durante dois anos, saindo-se bem, mas chegando à conclusão, mesmo após ter chegado ao posto de Sargento Major, que queria abandonar o Exército para se dedicar à sua paixão: a escrita.
Vivendo em Baltimore com a sua tia, Maria Clemm, e com a sua jovem filha, e prima de Edgar; este começou a trabalhar nos seus contos e cinco das suas histórias foram editadas em 1832. Em finais de 1835, Edgar Allan Poe era editor da revista “Southern Literary Messenger” e pouco depois casou com a sua jovem prima, Virginia Clemm. Ela tinha pouco mais de 13 anos e Edgar tinha vinte e sete. Edgar Allan Poe conseguiu mais alguns empregos como editor nos anos que se seguiram, mas nunca conseguiu ganhar o suficiente para cobrir mais que as necessidades básicas da sua família. Devido ao seu alcoolismo era muito difícil manter um emprego por um período de tempo substancial.
Durante este período, Poe escreveria as suas melhores histórias e poesia. Quando o seu poema, O Corvo, foi editado em 1845, a fama chegou rapidamente, mas mesmo assim nunca houve dinheiro suficiente para garantir a segurança monetária da sua família.
Virginia vem a falecer de tuberculose no início de 1847. Diz-se que Edgar padeceu muito tempo desta perda, passando muito tempo junto à sua sepultura. O único factor estável na sua vida, a sua esposa, desaparecia subitamente, tal como tudo na sua vida.
Edgar continuou a escrever, mas a sua vida foi abreviada em Outubro de 1849. Com a idade de 40 anos, Edgar Allan Poe morreu.
A história que circunda a sua morte tem, desde sempre, sido um enigma. Morreu nas ruas de Baltimore? Num hospital depois de perder os sentidos na rua? Rumores das duas teorias têm vindo a circular, mas a verdadeira resposta é desconhecida. Também nunca foi determinada a sua causa de morte, embora actualmente se julgue ter sido raiva.
Edgar Allan Poe viveu uma vida de desgostos, vícios e depressão. Numa das suas citações, a sua opinião sobre uma ilusória felicidade explica a negritude do seu ser:
“Não tenho qualquer fé na perfeição humana. Creio que o sujeito humano não terá qualquer efeito apreciável na humanidade. O homem actualmente é meramente mais activo, mas não mais feliz nem mais sábio do que era há 6.000 anos.”






